Cannabis na Reforma Tributária: Sua empresa pagará o 'Imposto do Pecado'?
Por Estratégia Algoritimado | 30 de Janeiro de 2026
Com o cultivo nacional autorizado pela Anvisa, surge a dúvida de um bilhão de reais: como o fisco brasileiro irá classificar a Cannabis na Reforma Tributária? A grande batalha de 2026 não é mais jurídica, é fiscal.
O Risco do Imposto Seletivo (IS)
O Imposto Seletivo foi criado para sobretaxar produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. A grande questão para investidores é: a Cannabis será tratada como álcool e tabaco (sobretaxada) ou como insumo farmacêutico (alíquota reduzida)?
- Cânhamo Industrial: Potencial de alíquota zero por ser insumo sustentável.
- Cannabis Medicinal: Luta pela cesta básica de saúde (redução de 60% do IVA).
- Uso Adulto (se houver): Alvo direto do Imposto Seletivo.
Transição para o IVA: IBS e CBS no Cultivo Nacional
Estamos no período de convivência entre o antigo sistema (ICMS/IPI) e o novo (IBS/CBS). Para o produtor nacional, a não-cumulatividade plena é a luz no fim do túnel.
A Algoritimado identificou que empresas que automatizarem sua rastreabilidade financeira agora poderão recuperar até 22% mais créditos tributários na fase de implementação da infraestrutura de cultivo.
Conclusão: Inteligência Fiscal é Sobrevivência
Não basta ter a licença da Anvisa; é preciso ter o algoritmo tributário correto. A diferença entre um negócio bilionário e uma falência técnica em 2026 será a sua classificação fiscal.




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