Cannabis Fair 2026 • São Paulo • 21 a 23 de maio • Transamerica Expo Center
2026 é o ano em que o mercado brasileiro de cannabis entra numa fase mais “industrial”. Se você precisa de contabilidade para cannabis em 2026, este guia mostra o plano fiscal, regulatório e financeiro para crescer sem travar: a RDC 1.015/2026 da Anvisa atualiza o marco regulatório, e a Reforma Tributária começa a rodar na prática com o ano-teste de CBS e IBS. Tradução para empresário: quem estrutura fiscal, contábil e financeiro agora, cresce sem travar. Quem improvisa, vira passivo.
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Por que a Cannabis Fair 2026 é o lugar certo para você fechar parceria
A feira reúne toda a cadeia — da saúde ao cultivo, agroindústria e serviços — e acontece de 21 a 23 de maio de 2026, em São Paulo, no Transamerica Expo Center. O evento declara expansão para novos setores (Cultivo, Extração e Processamento, Embalagem, Serviços, Canais de Distribuição) e mais de 80 estandes.
Em 2025, a feira reportou 4.671 visitantes únicos, com 31,58% do público vindo da área de negócios (B2B) — exatamente o perfil que compra serviço e fecha contrato.
O que mudou na regulação (RDC 1.015/2026) — e onde as empresas mais erram
A RDC 1.015/2026 atualiza o marco regulatório para produção/importação de cannabis medicinal e eleva o padrão de controle e documentação. Na prática, isso puxa o mercado para um “novo normal” de compliance.
Os 3 erros que viram dor (multa, trava bancária ou operação parada)
- Documentação e rastreabilidade fracas (sem trilha de evidências e processos consistentes).
- Classificação e suporte fiscal mal feitos (produto/canal sem lastro documental, risco em auditoria).
- Financeiro sem governança (caixa e margem sem clareza; investidor foge, banco trava).
Reforma Tributária 2026 (CBS/IBS + Imposto Seletivo): o impacto que mexe na sua margem
2026 é o ano de teste operacional de CBS e IBS: empresas passam a conviver com novos campos/rotinas em documentos e sistemas, com foco em validação e adaptação. A cobrança plena cresce depois, mas quem deixar para ajustar só “quando doer” paga caro.
Onde a cannabis sente primeiro
- Precificação: mudança na lógica de créditos e apuração pode alterar margem por canal.
- Classificação e documentação: exigência de suporte fiscal mais rigorosa para sustentar créditos e evitar questionamentos.
- Risco do Imposto Seletivo: depende de definições e enquadramento; cenário precisa ser modelado desde já.
Se você quer entrar ou escalar no setor em 2026, a pergunta não é “qual imposto vai dar”. A pergunta é: sua empresa está preparada para operar com documentação, trilha de auditoria e sistema fiscal ajustado?
Leitura recomendada: Cannabis e Reforma Tributária 2026: Imposto Seletivo, IBS, CBS e créditos
Trilha 1: Se você é CULTIVADOR (ou quer entrar no cultivo)
Seu foco: estrutura para crescer sem virar passivo regulatório, fiscal e financeiro.
- Estruturação financeira: CAPEX/OPEX, fluxo de caixa, custos por etapa, centro de custos “investidor-friendly”.
- Governança contábil: conciliações e relatórios que sustentam parceria e captação.
- Planejamento tributário por operação: estratégia de compras, serviços, logística e cadeia de créditos.
- CFO fracionado: orçamento, metas, margem, indicadores e disciplina de execução.
Trilha 2: Se você é REVENDEDOR / CANAL (B2B, farmácia, marketplace, varejo especializado)
Seu foco: operação redonda, caixa saudável e compliance para não travar.
- Precificação e margem por SKU/canal: o que dá lucro de verdade vs. o que só gira.
- Compliance fiscal e documental: suporte para crédito, notas, auditoria e parceiros.
- Gestão de estoque e rastreabilidade: processos que reduzem risco e aumentam previsibilidade.
- Preparação para investidores e bancos: dados, relatórios, governança e narrativa financeira.
Checklist 2026 (15 itens): o que ajustar antes de crescer
Se você quer entrar no mercado ou escalar em 2026, use esta lista como filtro imediato: onde você estiver “fraco”, é onde a operação trava quando o dinheiro entra.
- Mapa de produtos e canais (cultivo, B2B, varejo, serviços).
- Plano de documentação e rastreabilidade (trilha de auditoria).
- Classificação fiscal e suporte documental por linha.
- Rotina de conciliações contábeis e relatórios gerenciais.
- Centro de custos por etapa (para custo real e precificação).
- Fluxo de caixa projetado (30/60/90 dias) + cenários.
- Política de compras/fornecedores com evidências e compliance.
- Governança fiscal (responsáveis, prazos, controles e revisões).
- Preparação para CBS/IBS (ano-teste 2026): documentos e sistemas.
- Estratégia de créditos e impacto na margem.
- Mapeamento de riscos do Imposto Seletivo (cenários e plano).
- KPIs de operação (margem, giro, CAC/LTV onde aplicável).
- Política de estoque e rastreabilidade por lote (quando aplicável).
- Pacote “investidor-ready” (DRE gerencial, balanço, KPIs, narrativa).
- Rotina de CFO fracionado (cadência de decisões, metas, execução).
FAQ
2026 já muda imposto de verdade?
2026 é o ano-teste operacional de CBS/IBS: empresas começam a adaptar documentos e rotinas. Quem ajusta cedo evita retrabalho e falhas quando a transição acelerar.
A cannabis vai pagar Imposto Seletivo?
Depende de definições e enquadramento. O certo é modelar cenários e desenhar estratégia de precificação e governança fiscal desde já.
O que a RDC 1.015/2026 muda para minha empresa?
Ela reforça o padrão de controle e documentação para operar com segurança. O efeito prático é: mais compliance, mais rastreabilidade e mais exigência de consistência fiscal e contábil.
Quer que eu olhe seu caso? Chama no WhatsApp.
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